Vila Autódromo

Eixo desenvolvido com a colaboração dos moradores da Vila Autódromo que atuam diretamente no Museu das Remoções: Luiz Claudio da Silva; Maria da Penha Macena; Nathalia Macena; e Sandra Maria Teixeira.

Na década de 1960, nas margens da Lagoa de Jacarepaguá, formou-se uma colônia de pescadores, que na década seguinte com a construção do Autódromo ao lado da colônia, cresceria ao acolher os trabalhadores desta obra e ficaria conhecida como “Vila Autódromo”. Com a expansão e desenvolvimento urbano da Barra da Tijuca, inicia a especulação imobiliária na região e as ameaças de remoção na década de 1990. A preparação dos Jogos Olímpicos gera um investimento financeiro bilionário que efetiva as remoções na Vila Autódromo. Moradores e apoiadores organizam uma resistência pautada em ações culturais e educativas compondo um movimento denominado “Ocupa Vila Autódromo” e deste, nasce o “Museu das Remoções”. Nascido para lutar, que entre outras ações, descobriu na fotografia uma forma de resistência.

Vila Autódromo antes das remoções.

Foto: Luiz Claudio Silva

Casa descaracterizada durante o período de remoções.

Foto: Luiz Claudio Silva

Moradores foram impedidos de entrar na comunidade durante o período de remoções.

Foto: Luiz Claudio Silva

Como forma de resistência, com moradores e apoiadores externos ocuparam a comunidade com uma série de eventos culturais, os #OcupaVilaAutódromo.

Foto: Luiz Claudio Silva

Registro mostra um dos episódios de agressão sofridos pelos moradores.

Foto: Valdirene Militão

Visita ao Museu das Remoções.

Foto: Luiz Claudio Silva

Vila Autódromo após as remoções.

Foto: Augusto Oyama

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